A IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR NA SALA DE MUSCULAÇÃO.

A musculação pode ser realizadas por diferentes grupos de indivíduos, desde crianças, adolescentes à idosos, passando por aquelas pessoas que precisam de cuidados especiais, como cardiopatas (portadores de distúrbios no coração), diabéticos, hipertensos (indivíduos com pressão arterial acima do normal), portadores de deficiência física, indivíduos que estão em fase de recuperação de lesões ou em quadro pós-operatório, liberados pelo médico para fortalecimento muscular. Atualmente, aumenta o número de praticantes de musculação que treinam por conta própria nas academias e em suas próprias residências, devido talvez a facilidade de acesso a algumas informações sobre treinamento adquiridas pela Internet ou pela vivência nas academias, onde já se possui um histórico passado da pratica de musculação. Porém, treinando por conta própria estes indivíduos deixam de contar com o auxilio e o conhecimento dos professores de educação física, e até colocam sua saúde e bem estar corporal em risco. O treinamento na musculação deve ser acompanhado por um professor, formado em educação física, especialista na área de musculação, que irá planejar a rotina de treinamento do aluno e acompanhá-lo no dia-a-dia, dentro da academia. Este profissional é de fundamental importância no processo de evolução do praticante, pois ele tem uma maneira diferente, dos alunos, de ver esta atividade. O professor deve orientar o aluno quanto ao conteúdo do programa de treinamento, a forma correta de execução dos exercícios, o correto posicionamento nos aparelhos, deve dar orientação quanto às dúvidas dos alunos e ajudar os alunos, com menos experiência ou até os avançados, que utilizam o professor como uma ferramenta para uma correta execução dos exercícios e por motivo de segurança, e para uma melhor performance. O profissional de educação física tem um conhecimento de áreas especificas para atuação no treinamento corporal, como anatomia humana, fisiologia humana e fisiologia do exercício, biomecânica, treinamento desportivo, musculação, ginástica em academia, ginástica especial e corretiva, entre outras. E na hora de prescrever o treinamento de um aluno, este profissional utiliza todos estes conhecimentos para ajudar este aluno a atingir seus objetivos específicos, de forma segura e objetiva. Quantas vezes você já não foi orientado, dentro da academia, por um professor, para correção da postura corporal ou execução do movimento em um determinado exercício? Isto ocorre pelo simples fato que, o profissional que estudou durante pelo menos quatro anos (período de graduação do curso de educação física) tem uma observação mais criteriosa que os praticantes de musculação, que até podem conhecer a pratica, mas desconhecem a teoria. Então por que perder tempo treinando sem planejamento, se você pode treinar sob orientação de um profissional capacitado para auxiliá-lo durante o seu treinamento. O profissional de educação física, como o nome já diz é um educador físico, mas não se limita só a isso. Este profissional também conta com conhecimento em relação à alimentação e suplementação, mesmo não sendo permitido a ele prescrever dietas e suplementos. Mas através de conversas com o professor adquirimos muitas informações sobre o que é melhor utilizarmos em relação a suplementos e nossos objetivos, e em relação aos quais tipos de alimentos devemos consumir e os horários mais adequados para o consumo de cada um deles. Sejam eles consumidos durante as refeições ou a base de suplementação (vale lembrar que para atingir uma melhor performance deve-se consultar um nutricionista para prescrição correta de sua alimentação). Quando se prescreve um treinamento, deve-se levar em consideração principalmente a especificidade do treinamento, dentre uma serie de outros fatores, como divisão da rotina semanal de treino, tipo de série a ser utilizada, número e ordem dos exercícios, número de exercícios por grupamentos musculares, números de series e repetições, percentual de sobrecarga, intervalo entre as séries e os exercícios, velocidade de execução dos movimentos, entre outros. Pode até acontecer de um, ou mais, alunos utilizarem o mesmo treinamento, mas isso só ocorrerá se os objetivos forem os mesmos, se o nível de adaptação ao treino for o mesmo e se nenhum dos exercícios forem contra-indicados para nenhum destes mesmos alunos. Um fator de risco no treinamento sem orientação é o risco de lesões. As lesões podem ocorrer por gestos motores realizados incorretamente, onde as lesões articulares e desvios posturais da coluna; por excesso de sobrecarga de peso, onde os músculos e tendões ficam submetidos a excesso de tensão, podendo haver lesões graves (nos músculos, tendões ou ligamentos e posturas incorretas colocam a coluna vertebral e as articulações em descompensação de cargas, gerando riscos de rompimentos) ou microlesoes (pequenas rupturas nas fibras musculares) que comprometeriam os treinos seguintes, gerando uma quebra na rotina de treinamento; por sobrecarga na rotina de treino, onde se treina sem permitir que o corpo se recupere adequadamente, levando o corpo a fadiga e gerando assim, síndrome de supertreinamento (overtraining). Portanto antes de você escolher a sua academia , não se iluda se ela for bonitinha ou tiver o preço muito convidativo , desconfie ! Veja antes de tudo a presença e o acompanhamento integral do professor na sala de musculação.   Fonte:http://www.esporteaguaecia.com.br